O índice mostra o mercado. O corretor de seguros cuida do seu caso.
Indicador mensal de preço do seguro auto no Brasil, apurado sobre cotações reais feitas por corretoras de seguros. A leitura em destaque é a de 12 meses, a janela de quem renova. Fechamento de agosto de 2026.
Em português: no conjunto de carros acompanhado, o menor prêmio observado nas cotações está 12,0% abaixo do de um ano atrás, e a proposta do meio, 5,1% abaixo. Em reais correntes, sem desconto de inflação.
De onde vem essa variação. A leitura de 12 meses tem duas pontas: o nível de hoje, 91,5, contra o de agosto de 2025, que era 104,0. Como agosto de 2025 foi o ponto mais alto da série, a comparação aprofunda a variação deste mês. Enquanto isso o nível em si anda pouco: nos últimos 4 meses fechados ele ficou entre 89,7 e 93,5. Por isso a manchete pode se mexer, e inclusive mudar de sinal, num mês em que o preço praticamente não andou: quem saiu da comparação foi o mês de trás.
Referência técnica. Índice em 91,5 (menor prêmio) e 93,4 (proposta do meio), base 100 em junho de 2024. A base fica parada para que a série continue comparável consigo mesma: quem lê o índice todo mês compara qualquer mês com qualquer outro. A manchete é a variação em 12 meses porque o seguro auto é anual: é essa a janela de quem renova.
Se o seu seguro mudou de preço na renovação, o índice responde uma parte da pergunta: quanto o mercado inteiro andou. Três coisas ele não vê:
O índice explica o mercado. Quem explica o seu caso é o corretor de seguros, com a sua apólice na mão, que é o documento que esta página não tem.
Duas linhas, sempre. Publicar apenas a de baixo diria “o seguro ficou mais barato”, o que não vale para quem olha uma proposta só. Quando as linhas se afastam, o mercado está mais disperso: as seguradoras estão divergindo mais ao precificar o mesmo risco. Quando se aproximam, o mercado está mais uniforme.
O mês corrente não entra. Um índice mensal só publica mês fechado: se setembro de 2026 aparecesse aqui hoje, o número mudaria quando o mês terminasse, e quem tivesse citado ficaria com um valor que deixou de existir.
Meses fora da série por volume incompleto: mar/24, abr/24, mai/24. O corte é por volume de cotações, não por data: mês incompleto parece barato e não é.
A variação de −12,0% do índice é uma média, e ela esconde diferenças grandes. Abaixo, o mesmo cálculo aplicado a recortes do mercado, de agosto de 2025 a agosto de 2026. Todos usam o método da manchete: painel casado e encadeamento mês a mês.
É o recorte com maior diferença interna. Carro recente e carro antigo não se moveram no mesmo sentido de intensidade.
Valor FIPE mediano do modelo na amostra.
Somente marcas cujo elo mais fraco tem 100 ou mais células casadas em todos os doze meses. As demais não são publicadas: recorte frágil em documento citável é pior que recorte ausente.
Não publicamos “os carros que mais subiram”. Medimos: os cinquenta maiores movimentos da base têm amostra mediana de sete cotações, contra 27 no miolo da distribuição. Um ranking de extremos é, quase exatamente, um ranking de amostras pequenas: seria o conteúdo mais citável e mais errado desta página. Os recortes acima têm piso de amostra em todos os elos.
O índice mede o movimento do mercado como um todo, sobre um conjunto fixo de veículos acompanhado ao longo do tempo. Para o preço de um modelo específico, com faixa por estado, cidade e seguradora, e a série mês a mês daquele carro, consulte a página do modelo.
O índice é encadeado sobre painel casado. A cada par de meses consecutivos, comparamos somente as combinações de modelo e ano presentes nos dois meses, e o elo é a média geométrica dos relativos de preço dessas células. Os elos são multiplicados em sequência a partir da base.
Isso existe para separar preço de composição. A base cresce ao longo do tempo, de 3.106 para 3.506 células no painel, e comparar a mediana de conjuntos diferentes mediria a entrada de carros novos, não a variação de preço.
Índice nominal, em reais correntes. Não descontamos inflação porque isso exigiria uma série externa, e aqui só publicamos o que medimos. Metodologia completa.
Metodologia estável. Qualquer mudança no cálculo passa a constar nesta página, com data, e a série anterior permanece consultável. Índice que muda de régua sem avisar não serve para ser citado.
| Mês | Menor prêmio | Proposta do meio | Dispersão | Painel |
|---|---|---|---|---|
| ago/26 | 91.5 | 93.4 | 43.3% | 3.506 |
| jul/26 | 90.9 | 93.1 | 43.5% | 3.491 |
| jun/26 | 93.5 | 94.8 | 42.8% | 3.260 |
| mai/26 | 89.7 | 97.2 | 46.3% | 3.215 |
| abr/26 | 82.6 | 95.3 | 49.2% | 3.378 |
| mar/26 | 82.5 | 93.1 | 48.5% | 3.362 |
| fev/26 | 84.6 | 95.1 | 48.3% | 3.332 |
| jan/26 | 80.4 | 95.3 | 50.1% | 3.394 |
| dez/25 | 94.1 | 94.1 | 42.5% | 3.221 |
| nov/25 | 100.0 | 95.3 | 39.9% | 3.204 |
| out/25 | 102.5 | 97.3 | 39.7% | 3.386 |
| set/25 | 103.7 | 98.7 | 39.9% | 3.357 |
| ago/25 | 104.0 | 98.5 | 39.8% | 3.406 |
| jul/25 | 101.4 | 98.2 | 41.2% | 3.341 |
| jun/25 | 101.5 | 99.5 | 42.0% | 3.201 |
| mai/25 | 101.3 | 99.9 | 42.4% | 3.144 |
| abr/25 | 100.7 | 98.7 | 42.2% | 3.114 |
| mar/25 | 97.3 | 96.9 | 43.0% | 3.099 |
| fev/25 | 99.3 | 98.5 | 42.9% | 3.233 |
| jan/25 | 96.8 | 97.7 | 43.6% | 3.283 |
| dez/24 | 95.3 | 96.1 | 43.4% | 3.179 |
| nov/24 | 93.7 | 97.1 | 44.8% | 2.770 |
| out/24 | 92.6 | 98.0 | 46.1% | 2.697 |
| set/24 | 91.0 | 96.9 | 46.3% | 2.894 |
| ago/24 | 89.3 | 98.4 | 48.3% | 2.911 |
| jul/24 | 98.2 | 98.7 | 43.2% | 2.808 |
| jun/24 | 100.0 | 100.0 | 42.8% | 3.106 |
Reprodução livre, com atribuição. Forma sugerida:
Segundo o Índice Meu Seguro Novo, da Segfy, o menor prêmio observado nas cotações de seguro auto está 12,0% abaixo do de um ano atrás (agosto de 2026). Disponível em: https://meuseguronovo.com.br/indice
Para uso técnico, com a série encadeada: “ÍNDICE MEU SEGURO NOVO, da Segfy Tecnologia S.A. Fechamento de agosto de 2026: 91,5 pontos, base 100 em junho de 2024.”
Recortes por região, categoria de veículo ou faixa FIPE e checagem de número: fale com a assessoria.